Rotina clínica · Viagens · Casos

Stories que mantêm o perfil vivo.

Um guia visual para transformar a rotina real do Dr. Leandro Rago em presença, contexto e conversa diária.

RotinaClínicaViagemCasosMateriais
O papel da storymaker

Não é postar por postar. É fazer cada sequência aproximar o público do consultório, do raciocínio e da presença do Dr. Leandro Rago.

Objetivos

A rotina de Stories existe para sustentar frequência e proximidade, sem abandonar o critério clínico ou a identidade visual do perfil.

01

Mostrar bastidores reais da clínica e da rotina.

02

Contextualizar atendimentos de forma ética e clara.

03

Manter presença diária, inclusive em viagens.

04

Abrir conversas por meio de caixinhas.

05

Transformar casos em narrativas simples e visuais.

Cronograma semanal

Uma base para nunca deixar os Stories morrerem.

SEG

Contexto.

Chegada, agenda, clínica, ambiente ou uma sequência orgânica do dia.

TER

Bastidor.

Consulta, explicação breve do Dr. ou apoio ao conteúdo do feed.

QUA
Caixinha

Conversa.

Uma pergunta conectada à semana, a uma dúvida recorrente ou a um caso.

QUI

Critério.

Bastidor, análise de caso ou resposta de caixinha.

SEX

Fechamento.

Rotina, resultado autorizado, bastidor ou conteúdo leve.

SÁB

Orgânico.

Quando houver material: viagem, evento ou bastidor.

DOM

Presença.

Conteúdo orgânico ou reaproveitamento leve da semana.

Na clínica

Mostrar o que acontece de verdade.

Priorizar

O que o público pode acompanhar.

  • Chegada, preparação, agenda e ambiente.
  • Explicação curta do Dr. com contexto.
  • Reação ou depoimento espontâneo autorizado.
  • Detalhes que reforçam análise e acompanhamento.
Princípio editorial

Nada de prometer. Tudo de contextualizar.

O Story deve evidenciar cuidado e critério. Não transformar bastidor em promessa de resultado.

Autorização

Imagem, vídeo, reação, depoimento ou qualquer identificação de paciente só pode ser publicado com autorização confirmada. Na dúvida, não publicar e consultar a Gabi ou o Dr. Leandro Rago.

Viagens e eventos

A audiência quer acompanhar o que está acontecendo.

Quando o Dr. estiver viajando, a sequência fica mais orgânica. Priorizar chegada, deslocamentos, eventos, encontros, detalhes do local e momentos reais. Não interromper essa narrativa com conteúdos desconectados.

01 · ABRIR

Onde estamos? Uma imagem ou frase que situe a audiência.

02 · MOSTRAR

Bastidores, detalhes e movimento real do dia.

03 · CONTEXTUALIZAR

Por que esse momento importa para ele ou para o público.

04 · FECHAR

Uma interação simples, próxima e coerente com a sequência.

Caixinha

Usar para conversar, não apenas cumprir tabela.

Perguntas possíveis

Conectar ao momento.

  • O que vocês querem acompanhar por aqui hoje?
  • Qual dúvida sobre harmonização você gostaria que o Dr. respondesse?
  • Querem ver mais dos bastidores da viagem?
  • O que você sempre quis entender antes de fazer um procedimento?
Regra

Uma pergunta precisa ter motivo.

A pauta nasce de uma dúvida recorrente, de um caso que o Dr. pode contextualizar ou do que está acontecendo na semana.

Análises de caso

O ponto não é explicar tudo. É mostrar o raciocínio.

01 · OBSERVAR

Apresentar o ponto principal que o Dr. identificou.

02 · EXPLICAR

Traduzir o critério de análise ou planejamento em linguagem simples.

03 · MOSTRAR

Usar apenas o material visual autorizado do caso.

04 · DELIMITAR

Fechar reforçando que cada rosto exige avaliação individual.

Antes de narrar

Os casos disponíveis não têm, necessariamente, a descrição do que foi realizado. Antes de escrever ou publicar, tirar a dúvida com a Gabi ou com o Dr. Leandro Rago.

Materiais de apoio

Tudo o que você precisa consultar antes de criar.

Identidade

O padrão visual também comunica critério.

01

Logo sempre em cinza. Não usar verde-água.

02

Títulos em Beatrize ou Kiona. Texto corrido em Montserrat.

03

Não alterar fontes por conta própria.

04

Quando a assinatura entrar, escrever: NATURAL, MAS SIGNIFICATIVO!

05

Nunca usar promessas clínicas, “milagre” ou “sem dor”.

Antes de publicar

Uma última checagem evita erro e protege o perfil.

A sequência tem contexto para quem entrou no meio?
O material de paciente está autorizado?
A informação clínica está confirmada?
O texto está curto, natural e legível?
A identidade visual foi respeitada?
A sequência mantém o perfil vivo e próximo?