Mostrar bastidores reais da clínica e da rotina.
Não é postar por postar. É fazer cada sequência aproximar o público do consultório, do raciocínio e da presença do Dr. Leandro Rago.
A rotina de Stories existe para sustentar frequência e proximidade, sem abandonar o critério clínico ou a identidade visual do perfil.
Contextualizar atendimentos de forma ética e clara.
Manter presença diária, inclusive em viagens.
Abrir conversas por meio de caixinhas.
Transformar casos em narrativas simples e visuais.
Uma base para nunca deixar os Stories morrerem.
Contexto.
Chegada, agenda, clínica, ambiente ou uma sequência orgânica do dia.
Bastidor.
Consulta, explicação breve do Dr. ou apoio ao conteúdo do feed.
Conversa.
Uma pergunta conectada à semana, a uma dúvida recorrente ou a um caso.
Critério.
Bastidor, análise de caso ou resposta de caixinha.
Fechamento.
Rotina, resultado autorizado, bastidor ou conteúdo leve.
Orgânico.
Quando houver material: viagem, evento ou bastidor.
Presença.
Conteúdo orgânico ou reaproveitamento leve da semana.
Mostrar o que acontece de verdade.
O que o público pode acompanhar.
- Chegada, preparação, agenda e ambiente.
- Explicação curta do Dr. com contexto.
- Reação ou depoimento espontâneo autorizado.
- Detalhes que reforçam análise e acompanhamento.
Nada de prometer. Tudo de contextualizar.
O Story deve evidenciar cuidado e critério. Não transformar bastidor em promessa de resultado.
Imagem, vídeo, reação, depoimento ou qualquer identificação de paciente só pode ser publicado com autorização confirmada. Na dúvida, não publicar e consultar a Gabi ou o Dr. Leandro Rago.
A audiência quer acompanhar o que está acontecendo.
Quando o Dr. estiver viajando, a sequência fica mais orgânica. Priorizar chegada, deslocamentos, eventos, encontros, detalhes do local e momentos reais. Não interromper essa narrativa com conteúdos desconectados.
Onde estamos? Uma imagem ou frase que situe a audiência.
Bastidores, detalhes e movimento real do dia.
Por que esse momento importa para ele ou para o público.
Uma interação simples, próxima e coerente com a sequência.
Usar para conversar, não apenas cumprir tabela.
Conectar ao momento.
- O que vocês querem acompanhar por aqui hoje?
- Qual dúvida sobre harmonização você gostaria que o Dr. respondesse?
- Querem ver mais dos bastidores da viagem?
- O que você sempre quis entender antes de fazer um procedimento?
Uma pergunta precisa ter motivo.
A pauta nasce de uma dúvida recorrente, de um caso que o Dr. pode contextualizar ou do que está acontecendo na semana.
O ponto não é explicar tudo. É mostrar o raciocínio.
Apresentar o ponto principal que o Dr. identificou.
Traduzir o critério de análise ou planejamento em linguagem simples.
Usar apenas o material visual autorizado do caso.
Fechar reforçando que cada rosto exige avaliação individual.
Os casos disponíveis não têm, necessariamente, a descrição do que foi realizado. Antes de escrever ou publicar, tirar a dúvida com a Gabi ou com o Dr. Leandro Rago.